Todo o mundo acompanhou, durante o ano de 2008, a disputa entre Barack Obama e Hillary Clinton, para representante do Partido Democrata, contra John McCain (Republicano).
No Brasil, a novela da disputa eleitoral para 2010 começa a ser escrita e, assim como o Partido Republicano, o PT já apresenta (mesmo de maneira informal) a ministra da Casa Civil Dilma Rousseff como representante da sucessão de Lula. Já o PSDB, toma o mesmo caminho dos Democratas: uma tensa disputa entre José Serra (o queridinho do partido) e Aécio Néves, para encabeçar a chapa tucana.
O sonho do PSDB é uma chapa com Aécio vice de Serra, porém o presidente do partido, o senador Sérgio Guerra (PE) reconhece a dificuldade: "Uma chapa puro-sangue seria o céu, mas não acredito. Não vejo viabilidade nas duas personalidades, nas conjunturas às quais estão vinculados. Acho improvável".
O próprio Aécio descartou qualquer possibilidade de ser candidato a vice-presidente numa chapa encabeçada pelo governador paulista, e assume para quem quiser ouvir a possibilidade de aliar seu nome com outro partido ou ir para o Senado.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Quem cuidará do meu quintal?
Para algumas pessoas a floresta Amazônica é o orgulho do Brasil. Sou daqueles que pensa que se pode tropeçar no orgulho.
Nos primeiros anos do século XX ocorreu o desenvolvimento do setor automotivo e de outras indústrias que dependiam de borracha. Esta dependência incentivou as empresas nacionais e multinacionais á explorar intensamente o látex amazônico. Desde então a floresta tem sofrido agressões ambientais de madeireiros, latifundiários e outros interessados, e até hoje o governo analisa maneiras de deter estas e outras agressões.
Está mais do que provado que o governo brasileiro não tem condições de cuidar da Amazônia, ou pelo menos dos 60% da floresta que esta em território nacional. O Brasil já não tem o costume de cuidar do que é seu, imagine do que é de todos – a Amazônia é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO desde 2000.
A Amazônia é minha, é sua, dos asiáticos, europeus, africanos... Do mundo todo, e alguém precisa cuidar dela. Eu não quero que o governo brasileiro continue cuidando da minha Amazônia...
O geógrafo Carlos Minc é ministro do Meio Ambiente, e recebeu em 2009 um orçamento de aproximadamente R$ 3,5 bilhões para seu ministério (contasabertas.uol.com.br), porém, continuo vendo árvores cortadas, queimadas, rios poluídos...
Se o Batman está ocupado com o Coringa, e o Superman não é deste planeta, que tal recorrermos á algum órgão de outro país para trancar o cadeado do nosso quintal e deixá-lo seguro? Melhor haver uma intervenção legal que continuar esta exploração vergonhosa.
Nos primeiros anos do século XX ocorreu o desenvolvimento do setor automotivo e de outras indústrias que dependiam de borracha. Esta dependência incentivou as empresas nacionais e multinacionais á explorar intensamente o látex amazônico. Desde então a floresta tem sofrido agressões ambientais de madeireiros, latifundiários e outros interessados, e até hoje o governo analisa maneiras de deter estas e outras agressões.
Está mais do que provado que o governo brasileiro não tem condições de cuidar da Amazônia, ou pelo menos dos 60% da floresta que esta em território nacional. O Brasil já não tem o costume de cuidar do que é seu, imagine do que é de todos – a Amazônia é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO desde 2000.
A Amazônia é minha, é sua, dos asiáticos, europeus, africanos... Do mundo todo, e alguém precisa cuidar dela. Eu não quero que o governo brasileiro continue cuidando da minha Amazônia...
O geógrafo Carlos Minc é ministro do Meio Ambiente, e recebeu em 2009 um orçamento de aproximadamente R$ 3,5 bilhões para seu ministério (contasabertas.uol.com.br), porém, continuo vendo árvores cortadas, queimadas, rios poluídos...
Se o Batman está ocupado com o Coringa, e o Superman não é deste planeta, que tal recorrermos á algum órgão de outro país para trancar o cadeado do nosso quintal e deixá-lo seguro? Melhor haver uma intervenção legal que continuar esta exploração vergonhosa.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Contra-cultura
Este vídeo foi produzido e apresentado por dois colegas de fauldade, Sálua e Lucas, e foi um trabalho para a disciplina de Filosofia, com o professor Humberto.
O vídeo relata a ideologia da contra-cultura, movimento de década de 1960.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Paradoxo do Nosso Tempo (George Carlin)
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer “eu te amo” à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… ame muito.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer “eu te amo” à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… ame muito.
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